A história profunda da Agência Nacional de Inteligência


– Os anos 90 também foram um período misto para o MIT. Que tipo de caos era o MIT naquele período? E como sair desse caos?
– Os períodos difíceis dos estados afetam mais as instituições que compõem o sistema nervoso do estado. O MIT é uma dessas instituições. Os resultados desejados, mas não alcançados, no combate ao terrorismo desde a década de 1980, o estado e o MIT na década de 1990; levou a iniciativas rápidas, às vezes precipitadas. Na década de 1990, podemos ver a situação dentro do MIT como uma dor de transformação em vez de caos. A Guerra Fria acabou, oficiais de inteligência que descobriram que é insuficiente se contentar com ‘inteligência importada’ da OTAN. Historicamente, novos paradigmas estão sendo estabelecidos, potências regionais estão prestes a se impor, mas a maioria das pessoas desconhece o que está acontecendo. Imagine essa atmosfera. De fato, a Turquia exibiu os primeiros exemplos de sua independência de inteligência na Síria e no Iraque naquela época. Mas a hegemonia do estado dos EUA em toda a sua magnificência estava em questão em nossa região e em nosso país. O exército estava ativo no estado e os EUA tinham uma palavra a dizer sobre o exército. É por isso que chamo de dor transformacional. Como você saiu desse processo? Um relatório elaborado pelo MIT em 2007, durante o período de subsecretário de Emre Taner, já continha muitas suposições mostrando que a instituição estava pronta para os anos 2010. Portanto, podemos aceitar o ano de 2007 como um marco para a saída desse período. Mas o estabelecimento do novo sistema ocorreu depois de 2010, quando Hakan Fidan era subsecretário.




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